Monday, January 22, 2007

No teu veneno

Fervilha lá no fundo e já arde,
Se começa agora já é tarde.
O fogo que não se vê é quente,
A cada passo sentes o ódio latente.

Sentimento dos mortos à tua face;
Raiva errónea que te devasse.
Todos os demónios que te castigam,
Te alimentem o que mastigam.

O ódio procria nas tuas entranhas,
Faz ninho e torna-te sempre assim.
O teu ego, mais alto que as montanhas.

Que sufoques nas mentiras sem fim,
Lá no asco daquelas tuas aranhas.
Morre no veneno dos teus lábios carmim.

F.M.

2 comments:

Margarida said...

hmm.. um poema diferente do que estamos habituados a ver.
Embora que um pema triste e mais calmo, não deixa d ser bem escrit. Daquela forma q só tu sabes.. beijinho grande * gmmmdt *

Anonymous said...

Hmmmm delicius =)


BjOkaaaaaaaaaaaaa***************