No teu veneno
Fervilha lá no fundo e já arde,
Se começa agora já é tarde.
O fogo que não se vê é quente,
A cada passo sentes o ódio latente.
Sentimento dos mortos à tua face;
Raiva errónea que te devasse.
Todos os demónios que te castigam,
Te alimentem o que mastigam.
O ódio procria nas tuas entranhas,
Faz ninho e torna-te sempre assim.
O teu ego, mais alto que as montanhas.
Que sufoques nas mentiras sem fim,
Lá no asco daquelas tuas aranhas.
Morre no veneno dos teus lábios carmim.
F.M.
2 comments:
hmm.. um poema diferente do que estamos habituados a ver.
Embora que um pema triste e mais calmo, não deixa d ser bem escrit. Daquela forma q só tu sabes.. beijinho grande * gmmmdt *
Hmmmm delicius =)
BjOkaaaaaaaaaaaaa***************
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