Tempestade
Trovões ecoam nos cantos,
ribombam nas paredes nuas.
Dançando à luz de tantos
relâmpagos... Agora abluas.
A chuva desce em camara lenta,
toca na tua face que brilha.
Sente a água morna que te acalenta,
agora estás livre da velha golilha.
O nevoeiro cobre o meu corpo,
anestesia física e da mente.
Coloide frio que eu encorpo,
coma que eu aceito cabalmente.
Na neve quente do Inverno Primaveril
Cantas como um pássaro agora mudo.
Retratando um recem-nascido pueril,
É o teu amor inocente que transmudo.
F.M.
2 comments:
com tanto poema que me faz sentir livre, leve e solta e sentir a suavidade da chuva, ainda viro sereia!! ;P LOL tambem gostei muito deste!! =)
Bora fazer um dueto de passaros mudos?! :P LOL
(eu dp interpreto! ;)) *****Beijos
Gosto!
Este moço tem mesmo jeitinho! xD
Gosto d ti
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